“Brasil!!! Confia em mim!”
Ouço esse grito no canto de Gal Costa e pergunto: “como confiar em você, se você não respeita a Constituição Federal que você jurou proteger, defender e cumprir seus estatutos?”
“Que credibilidade tem tua palavra, se você tornou-se um ente que não honra o que escreveu ontem nem o que disse hoje de manhã?” (veja mais no noticiastudoaqui.com).
Após quatro décadas de aparelhamento das instituições brasileiras pelos governos da esquerda, num hiato histórico, chegou na Suprema Corte dois ministros em quem a nação se encheu de esperança de ver dedicação e empenho, para o restabelecimento da segurança jurídica há tempo perdida, que tanto ameaça a nação brasileira.
Mas um deles, agora presidente do Tribunal Superior Eleitoral, acabou de jogar um balde de água fria nas esperanças do povo; neste domingo, 9, ele avalizou a urna eletrônica, como um totem inexpugnável, ou um Deus inquestionável. E, como os demais, afrontou a Lei Maior que impõe contagem pública e transparente de votos, coisa impossível no sistema eletrônico vigente.
E o mais afrontoso: “confie em mim”.
Os atos, as ações e as condutas da maioria dos ‘intocáveis’ gritam: “não confie em mim!” Tanto que recusam e fogem como satanás foge da cruz, quando alguém propõe a inserção de mecanismo para a emissão de cupom de comprovante de votação na sacrílega urna eletrônica.
Auditagem impossível. Tem-se que aceitar o tirano resultado que os ‘sem palavra’ apresentarem.
Tem algo mais antidemocrático que isso?
Fonte: noticiastudoaqui.com