Governo vai reformar o João Paulo. Mas diz que a meta é o Heuro.



A pedra fundamental foi lançada dia 20 de dezembro de 2013 numa área total de 17.370,73 metros quadrados  e orçada em R$ 78 milhões.

O anúncio de R$ 11 milhões para reformar o Pronto Socorro João Paulo II e a redução de óbitos em 25% na UTI do Cemetron, mais a superação da meta de 50% nas ocorrências de infecção hospitalar na UTI do Hospital de Base, em Porto Velho, foram as boas notícias da Secretaria Estadual da Saúde de Rondônia nos últimos dias.

 

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Deputada Mariana dá a boa notícia ao governador Marcos Rocha

 

UTI do Cemetron, onde agora, morre menos gente

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A equipe do Hospital de Base responsável pela melhoria

O primeiro anúncio é decorrente de Emenda Parlamentar ao Orçamento da União apresentada pela deputada federal Mariana Carvalho que, segundo ela, já está liberada. O governo fala em reforma de estrutura e compra de equipamentos para que o João Paulo continue atendendo até se construir o Heuro projetado pelo governo anterior.

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Após licitado e o processo homologado, o governo prever 3 anos de obras e mais um tempo para equipar e contratar profissionais, se concursar antes. Os recursos ainda não estão garantidos. Já estiveram no passado. Agora estão tentanto juntar o dinheiro necessário, algo em torno de R$ 60 milhões. Tem que correr atrás.

Pelas projeções do próprio governo estadual, o Heuro não será realizado e entregue à população neste mandato. E o outro desafio é realizar a reforma do João Paulo. Não há para onde aumentar.

 

E qualquer coisa que se faça que não resulte em aumento de espaço e oferta de leitos, não mudará a imagem de hospital em acampamento de guerra que o João Paulo tem. Doentes nos corredores e varandas sob cachoeiras vindas dos telhados, pátio a céu aberto sob sol e chuva e todos os espaços lotados com os acompanhantes das pessoas.

O prédio da velha assembleia, que foi originalmente hospital, poderia abrigar uma extensão do João Paulo II e, com esse objetivo, receber esse aporte de R$ 11 milhões para readaptá-lo às atividades. Só o fato de retirar o excesso do Pronto Socorro, já resultaria em melhor qualidade de atendimento e melhores condições de trabalho dos profissionais de saúde.

 

Aqui cabe, inclusive, a área administrativa do João Paulo II

De quando em vez, antes de se mudar para a sede própria, parlamentares e a mesa diretora falavam sobre essa possibilidade. Mas desde a assunção do atual governo do estado, o assunto está no ‘esquecimento’. Talvez pela conduta ‘fechada’ do executivo estadual.

O fato é que a necessidade do povo de Rondônia se impõe, como urgência urgentíssima, como obrigação tanto do Executivo quanto do Legislativo e sobre as empatias que possam nutrir entre si.

As três notícias boas informadas acima prenunciam a esperança de que o governo saia da inanição para ação proativa em favor da sociedade rondoniense. Pois enquanto isso, tem ambulâncias fazendo fila e despejando pacientes no João Paulo II.

Fonte: Noticiastudoaqui.com





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