Insegurança e falta de respeito ao cliente



Agência do Banco do Brasil na Avenida Mamoré já foi alvo de vários assaltos. Assim como outras da Capital e do interior do estado de Rondônia. Mas na percepção dos mais de 200 mil moradores da Zona Leste que a unidade atende, por ser a única da área, ela é a mais abandonada pela Superintendência do BB do estado.

Além de costumeiramente ficar sem dinheiro nos caixas eletrônicos nos feriados e finais de semanas, fica também, sem vigilância física. As portas abertas, sem controle, acabam acolhendo moradores de rua, drogados e marginais que constrangem e roubam os clientes que adentram a agência. Não faltam relatos e testemunhas.

A rua lateral e a Rua Pernambuco, nos fundos da agência, sem vigilância, muros baixos, fraca iluminação e desertas à noite, são uma provocação e um convite à ação criminosa de meliantes. Só que a cada assalto, os clientes – empresários e pessoas físicas – são os mais prejudicados com a unidade fechada por vários dias. Além dos moradores da outra margem das ruas que se escondem para não virarem testemunhas e nem serem perseguidos pelos  bandidos.

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Uma servidora da agência que pediu anonimato informou ao repórter que a unidade conta com vigilância eletrônica e televigilância à distância. E que, ao perceberem qualquer anormalidade, a polícia é chamada. Só que, quando a polícia chega, a ‘anormalidade’ já ocorreu e os bandidos estão longe.

E o que dizer ao cliente que entra no banco num feriado ou fim de semana e é abordado por estranho no momento em que saca o dinheiro no caixa eletrônico? Ou se depara com um morador de rua deitado e dormindo dentro da agência?

É preciso lembrar que, a partir do momento em que o cliente entra na agência, o banco é responsável por sua segurança física e patrimonial. Deixá-lo à mercê de marginais é uma indignidade e um crime. O cliente da agência merece o respeito do Banco do Brasil. Até mesmo nos feriados e fins de semana.

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Clientes, ao entrarem na agência do Banco do Brasil se deparam e se chocam com essa cena, costumeiramente, ...

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A indignidade atinge os dois ...

O morador de rua, noiado, doente ou bêbado ... invisível aos secretários de assistência social do estado e do município ...

E ao cliente, inseguro e entregue à própria sorte, desrespeitado ...

Numa agência que parece convidar o bandido com muros desprotegidos, ...

E sem segurança nas duas ruas dos fundos do prédio.

Fonte: noticiastudoaqui.com








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