O maior centro de consumo da Zona Leste, a Rua Amador dos Reis, ainda convive com um igarapé fétido e sem passagem para pedestres, obrigados a disputar espaço com os veículos. Pequena obra que trará grandes benefícios. Assim como outras, apontadas nesta matéria.
Com a proximidade do ano eleitoral de 2019, os críticos e adversários do prefeito Hildon Chaves não se cansam de perguntar: qual é a grande obra que ele fez? Qual o grande feito que realizou?
E instigam com outras interrogações: fez a rodoviária? Resolveu o transporte urbano? Construiu o pronto socorro municipal? Qual o seu legado? Isso é assim mesmo. Tudo não passa de pantomina política.
A qualidade de uma gestão não está mais na construção de palácios, de grandes obras. Não! Não nesses tempos de dinheiro difícil.
Ninguém tem recursos para custear o asfaltamento de mais da metade das ruas de barro da Capital. Nem para fazer o saneamento básico e distribuição de água tratada universalizada. Não com recurso público, agora.
No máximo, drenar e asfaltar algumas dezenas de vias, arrumar algumas praças, iluminar a cidade e manter os serviços de limpeza e recolhimento de lixo em dias. A educação e a saúde com razoável funcionamento. Além de manter os pagamentos dos servidores dentro do mês trabalhado e, na medida do possível, os fornecedores também. Isso, o prefeito está fazendo. E um pouco mais.
Mas existem pequenas necessidades coletivas que dependem de poucos recursos e geram grandes benefícios. Demandas que o executivo municipal pode acolher.
São feitos pequenos que, somados ao que já realizou e está realizando, se constituirão no grande feito, no diferencial que marcará positivamente a gestão e desafiará quem vier. Os falastrões de hoje.
A criação, por exemplo, de uma força-tarefa para executar um projeto de emplacamento com os nomes das vias públicas, em parceria com instituições e empresas. E eliminar essa vergonha de ser a única Capital que não tem placa com o nome das ruas.
Obra de pouca complexidade e de pouco custo, que dará tempo de fazer no ano e meio de mandato que ainda resta. Feito que beneficiará, por anos a fio, a todas as pessoas de dentro e de fora da cidade. Orientando quem chega e até quem mora aqui. Além dos trabalhadores que têm, nas ruas, seu local de expediente.
A recuperação da pista de ciclismo e pedestres que começa na Avenida Mamoré com a Rua Mário Andreazza, na Zona Leste e vai, pela Avenida Caula até a Avenida Rio Madeira, na Região Central da cidade.
A única via de ciclismo da cidade, hoje danificada, sem pintura, sem sinalização, entupida com todo tipo de comércio de dia e de noite. Sem fiscalização, sem nada. Não custará caro nem demorará um ano e meio para fazer. E quanto benefício trará, por longos anos, ao otimizar o ir e o vir das pessoas. Inclusive, os especiais. A acessibilidade hoje é tudo.
Assim como não custará muito e nem muito tempo levará, para fazer meia dúzia de bueiros sobre o igarapé que entrecorta as ruas Antônio Violão e Altemar Dutra. Ambas, paralelas da Rua Amador dos Reis, ofereceriam alternativas para grandes e pequenos negócios que hoje não encontram espaço no principal centro comercial da Zona Leste.
Imagine quantos investimentos, quantos empregos, quanto se valorizará os imóveis e quanta gente se beneficiará com estas pequenas obras? Isto sim, marca um mandato e o nome do gestor. Por muito tempo. Ainda dá para fazer.

Rua Antônio Violão já vem demonstrando sua vocação comercial ...

Como alternativa à congestionada Amador dos Reis ...

Faltando somente um bueiro para desobstruir a via de um lado ...

E de outro ...

Além da Caerd dá uma contribuição negativa em não fazer calçada...

No entorno de sua área, dificultando a acessibilidade das pessoas.

Do outro lado da Amador dos Reis, paralelamente, a Rua Altemar Dutra ...

Que nesse ponto, sem calçada para o pedestre, é cortada pelo riacho ...

Obrigando as pessoas a irem para o meio da rua.

Na Avenida Mamoré, sobre o mesmo riacho, existe passagem para pedestre com uma proteção rústica de um lado ...

Mas do outro, na ciclovia e pista de pedestre, não tem ...

Mas tem pista danificada ...

Com armadilhas para quem se arrisca ...

Onde o mato camufla buracos ...

Além de entupidas por comerciantes, sem fiscalização, ...

Que obrigam pedestres e ciclistas a irem para o meio da rua ...

E, com seus veículos, acabaram com o calçamento da pista ...

De um lado e outro da avenida. Fiscalização e multa, educa os deseducados.
Fonte: noticiastudoaqui.com