Com a suspensão temporária do abate de jacarés em 2018, sobretudo na jurisdição da única cooperativa regional, a quantidade das espécies Tinga e Cayman podem se tornar uma grande ameaça.
São Carlos, PORTO VELHO – Pesquisadores em trânsito para a Capital da Zona Franca (Manaus) alertaram no último final de semana, em parada técnica na desembocadura dos rios Madeira e Jamari, para ao aumento acelerado de jacarés da espécie Caymam (Açú) nos afluentes e lagos do bioma Baixo Madeira e região.
Segundo eles, - que não quiserem revelar a identidade -, com a suspensão temporária do abate de jacarés em 2018, sobretudo na jurisdição da única cooperativa regional, a quantidade das espécies Tinga e Cayman podem se tornar uma grande ameaça aos povos ribeirinhos que sobreviveriam do abate sustentável dessas espécies e também do Pirarucu autorizado pelas autoridades ambientais e de controle, em Rondônia.

De olho no que vem acontecendo na Amazônia Ocidental e Oriental, principalmente nos estados de Rondônia, Amazonas, Roraima, Pará e Amapá, os supostos pesquisadores deram a entender que pertenceriam a algum organismo de caráter internacional e de controle ambiental ligado à Organização das Nações (ONU), vez que na delegação havia europeus, brasileiros, argentinos e uruguaios.
Ao nível local, a reportagem obteve informações sobre o assunto. Porém, nenhum um técnico ambiental no âmbito do Município ou do Estado quiseram fazer comentários mais aprofundado a respeito da polêmica que 'é o manejo e o abate de jacarés no Baixo e Alto Lago Cuniã'. Segundo disseram, atualmente, 'a comercialização da carne do jacaré gera e emprego'. Além de possibilitar aos nativos capacitados fortuna no mercado interno e internacional.
Para a maioria desses profissionais – que não revelaram a identidade, mas que estão lotados em órgãos de referência – os governantes de Porto Velho e do Estado de Rondônia, ainda têm em mãos o maior e melhor bioma para criação e abate das espécies Tinga e Cayman'. Apenas o homem ribeirinho não estaria qualificado para a função de manejo e abate em escala comercial à contento para atende à demanda dentro do próprio País.
Um dos técnicos ouvidos por este site de notícias, revelou, contudo, que, 'o Estado do Mato Grosso faz o manejo sustentado do jacaré e fatura fortuna, mesmo enfrentando as mutações atribuídas às espécies da região do Pantanal'. Lá, já existe uma consciência da cultura do jacaré formada entre empreendedores ligados às Cooperativas e frigoríficos que passaram a adotar as práticas de criadouros (ninhos de ovos) e abate através da orientação recebida dos órgãos ambientais e de mercado.
Fonte: Xico Nery - News Rondônia