Adelino quer ver o governo pagando insalubridade em grau máximo aos servidores da saúde



O momento exige que seja pago o grau máximo a todos os profissionais que estão na linha de frente do combate

 

O deputado Adelino Follador (DEM) recebeu denúncias, neste final de semana, de servidores da Saúde, de que o Governo do Estado não está pagando o adicional por insalubridade, deixando de cumprir o que determina a Lei nº 2165, que dispõe sobre a concessão de adicional de insalubridade, periculosidade e de atividade penosa aos servidores públicos.

O parlamentar informou que fez indicação ao executivo (governador e secretário de Estado da Saúde), para que neste momento de pandemia, todos os servidores que estão lotados nas unidades de saúde, e trabalham na linha de frente no combate ao novo coronavírus, recebam o grau máximo do adicional, ou seja, 30% do vencimento básico, pois o risco de contaminação desses profissionais é alto.

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“Ouvi a reclamação de uma funcionária da Saúde do Estado e da Prefeitura de Porto Velho, que está internada com o Covid-19, de que recebeu só 20% da Prefeitura e nada do Estado, e eu digo que, se neste momento em que os servidores são sujeitados a um esforço maior, e estão em risco extremo de contaminação, o Estado não está pagando, quando vai pagar então? É importante que reconheça o trabalho destes profissionais e é justo que recebam este adicional em seu grau máximo, pois não há justificativa para deixar de pagar”, disse Adelino.

Rondônia está em um momento em que a curva de contaminação pelo coronavírus está ascendente, dos 654 casos confirmados até este domingo (03), 221 são profissionais da saúde, somente do Pronto Socorro João Paulo II, 106 servidores estavam com a doença, e já são 176 trabalhadores que atuam no João Paulo II afastados.

Texto: Assessoria 

Foto: Marcos Figueira-ALE/RO



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