A desobediência a legislação que proíbe aglomerações e reabertura de serviços não essenciais, pelo menos na Zona Leste, esse tipo de infração grave é bastante visível.
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Porto Velho, RO – Grande parte da população de Porto Velho, não estão respeitando as recomendações de isolamento social para evitar a proliferação do novo coronavírus (Covid-19). A desobediência a legislação que proíbe aglomerações e reabertura de serviços não essenciais, pelo menos na Zona Leste, esse tipo de infração grave é bastante visível.
Apesar do Governo e o Município, respectivamente, terem autorizado, em parte, a volta das atividades econômicas essenciais, o comércio em geral nesta parte da cidade, uma das mais movimentadas, o isolamento social não vem sendo cumprido à risca.
No caso dos pequenos e médios estabelecimentos, o pico da desobediência ao isolamento pode ser atribuído a falta de fiscalização permanente e efetiva, admitiu nesta quarta-feira (27), um ex-dirigente da Associação Comercial Leste que deixou a entidade, segundo informações reveladas a reportagem, ‘por falta de estrutura e participação dos associados’.
Num giro rápido pelo quadrilátero comercial da região, a reportagem constatou, por exemplo, que pequenas lojas de departamento (vestuário, calçados e outros), como pontos de venda do varejo eletroeletrônico funcionam abertamente e ultrapassam o horário previsto pela legislação. Outros setor que chega a romper o isolamento são os salões de beleza, barbearias e carros-lanches aparecem na ponta de cima do ranking.
Além desses serviços, postos de combustíveis mais afastados do centro comercial da Zona Leste ao longo das Avenidas Amazonas, Alexandre Guimarães, Mamoré, Plácido de Castro, Estrada dos Periquitos com Petrolina, segundo denúncias, máscaras seriam fornecidas com restrições aos frentistas pelas empresas.
Por conta da legislação vigente, apenas nas grandes redes de supermercados desta região mais afastada da cidade, a Reportagem constatou uma ação conjunta de autoridades sanitárias. O não uso de máscaras foi reprimido desde aporta dos estabelecimentos, inclusive, com menores de até 12 anos sendo impedidos de adentrarem aos recintos.
Ao final da tarde desta quarta-feira (27), a Reportagem constatou, ainda, que nenhum estabelecimento comercial que tenha infringido a legislação por abrir as portas ao fora das características de atividades essenciais foi multado ao longo da pandemia.
Redação/CN | Xico Nery
