Hildon, com R$ 20 milhões, é o mais rico e Arthur, de Boa Vista, com 0, é o mais pobre entre os 27 prefeitos das capitais. Veja!



Dos 25 prefeitos eleitos, ao menos 15 são milionários. Patrimônio médio é muito mais alto do que a renda de um trabalhador comum

 

As eleições municipais de 2020 já acabaram. Agora, os analistas políticos se debruçam sobre os números da disputa. Um desses levantamentos dá conta da renda desses prefeitos. Quais são ricos? Quais são milionários? Teve candidato que não declarou nenhum centavo.

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Nossa equipe realizou um levantamento do patrimônio que cada um dos prefeitos eleitos nas capitais do país declarou. São 25 prefeitos. Isso porque Brasília não realiza eleições municipais. Além disso, o pleito em Macapá só vai acontecer no dia 6 de dezembro por causa de um apagão.

Dos 25 prefeitos, vários são milionários. De acordo com os dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), 60% deles possuem patrimônio acima de um milhão de reais. Curiosamente o prefeito mais rico e o mais pobre estão em capitais da região Norte. Vamos aos dados.

Os prefeitos com menos patrimônio

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  • Arthur Henrique (MDB) / Boa Vista (RR) – R$0
  • Bruno Covas (PSDB) / São Paulo (SP) – R$104 mil
  • Edmilson Rodrigues (PSOL) / Belém (PA) – R$182 mil
  • João Campos (PSB) / Recife (PE) – R$242 mil
  • Dr Pessoa (MDB) / Teresina (PI) – R$390 mil
  • Sebastião Melo (MDB) / Porto Alegre (RS) – R$458 mil
  • Eduardo Paes (DEM) / Rio de Janeiro (RJ) – R$478 mil
  • David Almeida (AVANTE) / Manaus (AM) – R$857 mil
  • Rafael Greca (DEM) / Curitiba (PR) – R$864 mil
  • Bruno Reis (DEM) / Salvador (BA) – R$931 mil

Os milionários

Agora você vai ver portanto os prefeitos eleitos que possuem uma renda superior ao índice de um milhão de reais. Eles formam a maioria dos que venceram as eleições. Não se sabe, no entanto, o poder que esse dinheiro teve nas vitórias. Isso porque é impossível mensurar essa informação.

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Veja portanto a lista.

  • Eduardo Braide (PODEMOS) / São Luís (MA) – R$1 milhão
  • Delegado Pazolini (REPUBLICANOS) / Vitória (ES) – R$1 milhão
  • Tião Bocalom (PP) / Rio Branco (AC) – R$1,2 milhão
  • Edvaldo Nogueira (PDT) / Aracaju (SE) – R$1,4 milhão
  • Sarto (PDT) / Fortaleza (CE) – R$1,5 milhão
  • Cicero Lucena (PP) / João Pessoa (PB) – R$1,8 milhão
  • Alvaro Dias (PSDB) / Natal (RN) – R$1,9 milhão
  • JHC (PSB) / Maceió (AL) – R$1,9 milhão
  • Cinthia Ribeiro (PSDB) / Palmas (TO) – R$2,2 milhões
  • Marquinhos Trad (PSD) / Campo Grande (MS) – R$2,5 milhões
  • Maguito Vilela (MDB) / Goiânia (GO) – R$2,7 milhões
  • Emanuel Pinheiro (MDB) / Cuiabá (MT) – R$2,9 milhões
  • Alexandre Kalil (PSD) / Belo Horizonte (MG) – R$3,6 milhões
  • Gean Loureiro (DEM) / Florianópolis (SC) – R$4,8 milhões
  • Hildon Chaves (PSDB) / Porto Velho (RO) – R$20, 3 milhões

Renda nas eleições

Mas por que é importante saber dessas informações? É que os números mostram que a renda  ainda influencia muito as eleições no Brasil. Em tese, qualquer trabalhador pode se candidatar para qualquer cargo político. Mas na prática, quem tem mais dinheiro possui mais chances de vencer as eleições.

Isso influencia portanto as tomadas de decisões do poder no país. Isso porque os trabalhadores não conseguem chegar nesses cargos.

 Fonte: Brasil123



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