Matagal toma conta do cemitério de Santo Antônio e familiares não conseguem chegar aos túmulos



 

Os familiares de pessoas que morreram vítimas da Covid-19 reclamam das atuais condições do Cemitério de Santo Antônio em Porto Velho (RO). Devido ao matagal, as pessoas não estão conseguindo chegar aos túmulos.

Uma equipe do Diário da Amazônia foi ao local após receber denúncias. No local havia somente um coveiro e uma máquina de roçar para limpar toda a área. As imagens mostram uma grande área tomada pelo mato.

De acordo com informações repassadas ao Diário da Amazônia, o local que está tomado pelo matagal é onde as vítimas de covid-19 foram enterradas. E os familiares que costumam prestar homenagens aos mortos não conseguem chegar aos túmulos por conta do mato.

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Ao Diário da Amazônia a Secretaria Municipal de Serviços Básicos (Semusb) enviou uma nota, leia na integra.

Seguindo o cronograma de limpeza urbana que busca atender a capital e distritos, o município também realiza a limpeza do Cemitério Santo Antônio. Nessa primeira fase, a equipe de roçadores eliminará a vegetação mais alta, posteriormente, será feita a manutenção mediante a aplicação de veneno, conservando o espaço limpo.

A Semusb conta com equipes trabalhando em outros pontos da cidade, seguindo o cronograma de limpeza urbana. Duas vezes por semana, os serviços são executados no cemitério Santo Antônio que, por conta da sua extensão, deve levar algumas semanas até que a roçagem seja concluída.

Veja o vídeo gravado na manhã desta terça-feira (29).

(diariodaamazonia)



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