O MP investe na conscientização de produtores rurais da região de Ouro Preto para evitar queimadas



 

Como parte das ações da força-tarefa instituída para promover a prevenção e combate a queimadas nos municípios que compõem a Comarca de Ouro Preto do Oeste, o Ministério Público de Rondônia definiu, no âmbito do Plano de Ação elaborado para os trabalhos, a realização de uma grande campanha ambiental educativa junto a produtores rurais da região.

A mobilização foi detalhada pela Promotora de Justiça Marlúcia Chianca de Morais, em reunião realizada na última quinta-feira (12/5), na sede da Promotoria de Justiça, com a presença de representantes dos municípios que compõem a comarca, integrantes da Polícia Militar Ambiental e da Emater, órgão que desempenhará papel estratégico na ação, em razão da proximidade com os produtores.

Conforme explicou a Promotora de Justiça, a campanha ambiental terá como objetivo conscientizar agricultores e pecuaristas para o risco de propagação do fogo, como desdobramento da habitual queima controlada, prática para a qual são autorizados para limpeza das propriedades.

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Na reunião, os órgãos integrantes da Força-Tarefa acordaram que a Emater realizará reuniões com presidentes das associações e produtores rurais para orientação adequada sobre a conduta. O trabalho terá o apoio da Polícia Militar Ambiental e de Gestores Municipais das pastas de agricultura e meio ambiente dos municípios.

Ainda na ocasião, foram mencionadas áreas críticas em que seriam registradas as principais ocorrências de queimadas, algumas das quais situadas nas reservas dos assentamentos dos Municípios de Nova União e Mirante da Serra e de invasão, instalada nos limites dos Municípios de Vale do Paraíso e Distrito de Rondominas, pertencente a Ouro Preto do Oeste.

Com relação aos assentamentos, o Ministério Público contatará autoridades federais para união de esforços, oficiando o Comando-Geral da PM Ambiental para disponibilizar a mobilização de equipe multidisciplinar denominada “Guardiões do Bioma” para atuação ostensiva e repressiva.

Ao final, foram estabelecidos canais de comunicação e interlocução do grupo, objetivando uma atuação assertiva e eficiente dos órgãos no âmbito da Força-Tarefa.

MPRO



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