Sobrinha diz que vilhenense teve braço amputado em Porto Velho por causa de demora da UPA para transferi-lo



Francisco Marcos da Silva perdeu mãe pioneira na semana passada

 

Em entrevista ao FOLHA DO SUL ON LINE na manhã deste domingo, 05, uma sobrinha do trabalhador rural Francisco Marcos da Silva, pioneiro em Vilhena, explicou a amputação do braço dele. O procedimento foi realizado no hospital João Paulo II, em Porto Velho, na noite de quinta-feira, 02.
 
A entrevistada atribuiu a perda do membro à demora na transferência de Marcos, que ficou horas gritando de dor na UPA, até ser encaminhado para o Hospital Regional, de onde os médicos o enviaram de ambulância para a capital.
 
A sobrinha elogiou o atendimento no HR, mas criticou a UPA pela demora em mandar Francisco para um hospital onde houvesse um cirurgião vascular. O paciente estava ficando com as mãos roxas, indicando que enfrentava uma trombose no braço.
 
Em Porto Velho, um dos médicos que fizeram a amputação confirmou aos parentes do vilhenense que ele não teria perdido o braço se o encaminhamento fosse feito logo após ele dar entrada na UPA.
 
Após o procedimento, Francisco continua internado na unidade de saúde portovelhense, e seu quadro é estável. Ele é filho da pioneira Maria Macena da Silva, a “Maria Cearense”, que morreu na semana passada (VEJA AQUI)

Fonte: Folha do Sul
Autor: Da redação



Noticias da Semana

Veja +