Justiça determina fim das atividades de associação suspeita de participar de invasões ao Parque Guajará-Mirim



Um dos investigados no caso é suspeito de vender lotes da zona de amortecimento do Parque Estadual. Associação também fica proibir de receber qualquer bem ou verba públicos ou privados.

 

A Justiça de Rondônia determinou a suspensão das atividades da Associação dos Produtores Rurais de Jacinópolis (Asprorjapolis), investigada por suspeita de participar de invasões e grilagem no Parque Estadual Guajará-Mirim.

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A ação contra a associação foi proposta pelo Ministério Público de Rondônia (MP-RO). O órgão aponta que fiscalizações ambientais e investigações criminais indicaram a participação de membros da organização nas invasões.

Um dos investigados, inclusive, é suspeito de vender lotes da zona de amortecimento do Parque Estadual conhecida como “Bico do Parque”. A zona de amortecimento é a área localizada no entorno da unidade de conservação.

De acordo com o MP-RO, a participação na Asprorjapolis seria:

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  • dar suporte para loteamento na zona de amortecimento "Bico do Parque",

  • invasões,

  • desmatamento,

  • recebimento de valores e inserção de invasores dentro da Unidade de Conservação.

A decisão da Justiça atendeu o pedido de urgência e determinou a suspensão imediata das atividades da Asprorjapolis, além de proibir o recebimento de qualquer bem ou verba públicos ou privados.

A decisão foi tomada considerando que a associação se desvirtuou das funções para a qual foi criada quando passou a servir de apoio à invasão, ao desmatamento no Estado de Rondônia e à ocupação ilegal de área pública.

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(G1)



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