Sérgio Chapelin fala da rotina após aposentadoria: "Já ralei bastante"



Aos 83 anos, o jornalista Sérgio Chapelin, ex-âncora do Jornal Nacional, hoje mora em Copacabana, no Rio, e preza pela privacidade

 

O jornalista Sérgio Chapelin, que já comandou o Jornal Nacional e o Globo Repórter, se afastou da televisão e hoje vive sua aposentadoria com tranquilidade no Rio de Janeiro. Atualmente, ele surpreendeu ao aparecer de barba branca e cabelos longos num depoimento sobre Léo Batista. Aos 83 anos, diz que a rotina de "velhinho" é calma e qu preza pela privacidade.

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Sérgio Chapelin, que foi parceiro de bancada de Cid Moreira no Jornal Nacional, vive em Copacabana, no Rio, e diz que consegue passear pelo calçadão e levar uma vida normal sem ser reconhecido. "Minha barba branca e meu bonezinho são hoje o meu disfarce", brincou ele em entrevista à Veja.

"Já ralei bastante"

"Quero entrar no mercado, padaria, caminhar tranquilamente. Copacabana é uma confusão. E quero ser mais um na multidão", ressaltou o jornalista, que preza pela privacidade. "É tão bom você ter sua privacidade. Antigamente, as pessoas me paravam pedindo para tirar foto. E, agora, imagina com todo mundo tendo celular. Então, é uma loucura."

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Sérgio Chapelin diz que gosta de aproveitar o tempo livre para relaxar e aproveitar a vida. "Todo dia caminho na praia enquanto minha mulher rema de canoa havaiana no Posto 6. Escolhemos morar em Copacabana porque a Regina diz que é a praia mais linda que existe. Depois de caminhar, fico pesquisando no IPad. Após o jantar, vejo um filmezinho ou uma série. E ponto. Estou feliz da vida. Já ralei bastante", disse.

Homenagem a Léo Batista

O jornalista chamou a atenção no último domingo (19/1), ao aparecer no Fantástico para comentar a morte do colega Léo Batista. Ele apareceu bem diferente do habitual, ostentando uma barba longa e o cabelo preso. Ao programa da Globo, ele falou da sua relação com o amigo de emissora, que faleceu aos 92 anos.

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"O Léo gostava sobretudo de trabalhar. Ele fazia questão. Não pensava em aposentar", iniciou Sérgio Chapelin sobre Léo Batista. "Ele podia lamentar quando faltava trabalho. Sempre o respeitei muito e sempre o admirei", elogiou o ex-âncora do Jornal Nacional.

Metrópoles



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