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Uma cena da natureza selvagem flagrada numa propriedade, distante 66 quilômetros de Porto Velho (RO). Entre o reflexo n’água uma sucuri (eunectes) trava um duelo com um jacaré da espécie açu. "Um amigo e eu estávamos caminhando pela fundiária da propriedade quando avistamos a cena."

A serpente estava mergulhada em uma nascente que corta a propriedade, imóvel esperava o momento certo de devorar a presa. “De início a gente toma um susto, afinal, é um animal de grande poste e perigoso quando se sente ameaçado,” relata.
A sucuri, segundo o agricultor tinha entre 4 a 5 metros. Com relação ao jacaré, ele deduz que o animal pode ter sido capturado algumas horas antes do flagrante.

Considera a maior serpente da América do Sul e classificada entre as duas maiores do mundo, perdendo apenas para a píton (python), a sucuri prefere habitats onde existe água. Biólogos afirmam que o animal não é venenoso, porém costuma matar suas presas de duas formas: por asfixia ou afogando-as.

Na comparação com a Píton-reticulada, as sucuris não chegam ao cumprimento delas, mas são mais pesadas. As espécies mais comuns são: a sucuri-gigante, (sucuri-verde) e a sucuri-amarela, (ou sucuri do sul). Ter encontros com sucuris, como teve o agricultor de Porto Velho podem se tornar cada vez mais comum. A explicação, de acordo com biólogos, está na grande quantidade de queimadas, isso faz com que os animais se desloquem para locais normalmente frequentados por humanos.

Para que não surjam dúvidas, o agricultor explica que a serpente não foi tocada em nenhum momento, apenas trouxe o registro. “É comum encontrarmos cobras pela região, principalmente sucuris e outras até venenosas”, finaliza ele.
(newsrondonia)
