'Despedaçada', diz mulher de maquinista que morreu no Rio



Esposa de Rodrigo Assunção, maquinista que morreu na colisão de dois trens, nesta quarta-feira (27), no Rio de Janeiro, foi ao Instituto Médico Legal (IML) na manhã desta quinta (28) para reconhecer o corpo do marido. Na saída, ela conversou com a imprensa que estava no local e declarou que está “despedaçada”. Ela estava acompanhada de um dos filhos, um familiar e um representante da SuperVia, empresa responsável pelos trens.

"Ele era uma pessoa que só pensava na família, nos filhos, adorado por todo mundo, tinha muitos e muitos amigos, não tinha um lugar em que as pessoas não gostassem dele. Eu tô despedaçada, assim, porque a minha metade foi embora", disse ela, como retratato pelo site G1.

"Muito sofrimento, muito sofrimento. E olha que ele suportou por muito tempo, muito tempo. Ele foi muito forte", lembra a esposa. O resgate de Rodrigo durou mais de sete horas e foi descrito por muitos como dramático. Quando os bombeiros conseguiram o retirar das ferragens, ele foi imediatamente atendido pelos profissionais. No entanto, ele não resistiu e morreu.

ACIDENTE

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Dois trens colidiram na manhã de quarta-feira (27) na Estação São Cristovão, no Rio de Janeiro. Oito pessoas tiveram ferimentos leves e foram encaminhadas ao hospital. 

O caso mais grave foi do maquinista Rodrigo Assunção, que ficou preso e precisou de mais de sete horas para que conseguisse ser resgatado. Durante todo o tempo, ele permaneceu acordado e lúcido. Ao fim do resgate, os bombeiros precisaram iniciar o procedimento de massagem cardíaca para reanimar o maquinista. Ele foi levado para o hospital Souza Aguiar, mas não resistiu. 



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