Liberação de armas de fogo poderia minimizar o massacre ocorrido em Suzano?



Na última quarta-feira (13/03), uma discussão calorosa voltou à tona e dividiu a opinião da sociedade brasileira.

O massacre em uma escola de Suzano, na Grande São Paulo, reviveu o debate a respeito da política de flexibilização da posse e do porte de armas. O ataque deixou dez mortos, incluindo os dois atiradores, e 11 feridos.

Vale lembrar que, em janeiro, o presidente Jair Bolsonaro assinou um decreto que alterou as regras que facilitam a posse de armas de fogo. Posse, nesse caso, refere-se à possibilidade de o cidadão guardar o equipamento na residência ou no estabelecimento comercial de que seja dono.

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Tudo indica que o próximo passo do atual governo seja na direção de flexibilizar e de porte de armas, permitindo que cidadãos circulem pelas ruas, por seus trabalhos, por bares, com suas armas de fogo legalmente adquiridas.

Alguns entendem que o ocorrido em Suzano nos permite uma breve experiência relacionada à flexibilização da posse e porte de armas, pois representa um passo perigoso rumo ao aumento de homicídios e suicídios.

Para outros, chacinas como a de Suzano são fatos isolados sem qualquer relação causal com o fato de a legislação brasileira ser mais ou menos permissiva.

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Afinal, qual é o seu posicionamento sobre a flexibilização do porte e da posse de armas de fogo?

Fonte: Jusbrasil

 

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