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O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) se manifestou hoje sobre a invasão de um homem armado que fez como refém a repórter Marina Araújo na sede da TV Globo no Rio de Janeiro.
No Twitter, Bolsonaro prestou solidariedade à profissional e também à apresentadora Renata Vasconcellos, do Jornal Nacional, que era alvo do invasor.
"Repudio completamente qualquer ato de violência contra profissionais da imprensa, o que vai na contramão de nossa defesa histórica e irrestrita da liberdade de expressão e de informação, seja a favor ou contra qualquer governo", escreveu o presidente em sua conta.
"Presto solidariedade às jornalistas Marina Araújo e Renata Vasconcellos, que foram alvos desse atentado covarde e inaceitável", acrescentou Bolsonaro, que pediu que o caso seja apurado "brevemente e o autor punido com o rigor da lei".
Seu filho, Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), também se manifestou na mesma rede social: "Repudio qualquer prática violenta contra membros da imprensa, o que vai na contramão de tudo que defendemos: liberdade de expressão e não inteferência do estado nos meios de comunicação. Quem invade uma propriedade privada e ameaça uma vida indefesa merece apodrecer na cadeia."
Após ataques de apoiadores do presidente a profissionais da imprensa na porta do Palácio da Alvorada, cenas que provocaram a saída de alguns veículos da cobertura no local, Bolsonaro disse que os jornalistas estavam se "vitimizando".
Sobre a saída dos veículos de imprensa, ele afirmou também de forma irônica que as empresas de comunicação parariam de "distorcer" suas falas: "Agora apenas inventarão". Bolsonaro foi alvo de críticas na época pelo evento diário, que foi chamado de "curralzinho humilhante" pelo senador Jean Paul Prates (PT-RN).
Fonte: Uol
