De acordo com a ANP, o valor médio do litro da gasolina nos postos avançou 0,88%; preços dos combustíveis também foram reajustados nas refinarias
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A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgou que os preços da gasolina e do diesel voltaram a subir nos postos.
De acordo com o balanço divulgado pela ANP hoje (17), o valor médio do litro da gasolina ao consumidor subiu 0,88%, passando a R$ 4,133. Já o preço do litro do diesel avançou 1,82%, para R$ 3,245. Por outro lado, o valor do litro do etanol permaneceu estável, em R$ 2,737, pela terceira semana consecutiva.
Aumento nos postos
Este foi o oitavo aumento seguido dos preços da gasolina e do diesel nos postos. O levantamento da ANP considera o valor médio a partir de dados coletados em postos de diversas cidades do país. Contudo, o preço na bomba varia de acordo com a região.
A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgou que os preços da gasolina e do diesel voltaram a subir nos postos.
De acordo com o balanço divulgado pela ANP hoje (17), o valor médio do litro da gasolina ao consumidor subiu 0,88%, passando a R$ 4,133. Já o preço do litro do diesel avançou 1,82%, para R$ 3,245. Por outro lado, o valor do litro do etanol permaneceu estável, em R$ 2,737, pela terceira semana consecutiva.
Na semana passada, o valor médio do litro da gasolina ao consumidor subiu 0,81%, ficando em R$ 4,097. Já o preço do diesel aumentou 1,27%, passando para R$ 3,147.
Reajuste nas refinarias
Também nesta sexta-feira, a Petrobras reajustou o valor da gasolina e do diesel nas refinarias. De acordo com a estatal, o valor da gasolina subiu 4% e do diesel, 6%. Esta foi a nona vez que houve reajuste do preço da gasolina nas refinarias desde o início de maio.
Em nota no dia 07 de julho, a Petrobras afirmou que a política de preços para a gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras tem como base o preço de paridade de importação. Ele é formado pelas cotações internacionais destes produtos mais os custos da importação, por exemplo, o transporte e taxas portuárias. “A paridade é necessária porque o mercado brasileiro de combustíveis é aberto à livre concorrência, dando às distribuidoras a alternativa de importar os produtos”, explicou a estatal.
Fonte: Brasil123
