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Desde hoje, dia 13, o ex-decano e ex-ministro do STF, Celso de Mello, é, tão somente um ex-servidor doente e aposentado.
Apagaram-se os holofotes, se fechou as cortinas, encerrou-se o protagonismo. A Plateia foi embora. Agora, só resta a revisão de consciência e o silêncio quebrado na lentidão do tic-tac do relógio.
Celso de Mello até tentou fazer crescer o seu personagem no apagar das luzes. Queria deixar a marca de um grande ato. Mas o que conseguiu, foi demonstrar que, por trás da aparente serenidade e notório saber, havia um juiz rancoroso e vingativo.
Não importa o quanto juntou. Se além ou aquém. O fato é que tem garantido quantas lagostas queira ou a dieta permita comer.
Mas nunca saberá o prazer e a alegria de tomar uma com amigos e vizinhos no bar da esquina. Nem gargalhará num joguinho de dama com outros aposentados no banquinho da praça. O ‘Olimpo’ onde vive, será a prisão onde gemerá as dores dos seus últimos tempos.
Fonte: noticiastudoaqui.com
