Brasil registra 987 novas mortes por covid-19 em 24 h, segundo Ministério



 

Nesta segunda-feira (8), o Ministério da Saúde divulgou que o Brasil registrou 987 novas mortes provocadas pela covid-19 nas últimas 24 horas. Desde o início da pandemia, houve 266.398 óbitos causados pela doença em todo o país.

Segundo a pasta, houve 32.321 casos confirmados de covid-19 de ontem para hoje, o que fez o país chegar a um total de 11.051.665 infectados desde o começo da pandemia.

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De acordo com o governo federal, 9.782.320 pessoas se recuperaram da doença até o momento, com outras 1.002.947 em acompanhamento.

Comissão do Senado ouvirá Pazuello, Guedes e Ernesto Araújo

A comissão temporária do Senado que acompanha as questões de saúde pública relacionadas à pandemia da covid-19 aprovou hoje a convocação de audiências com três ministros para explicar a atuação das pastas.

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O foi apresentado pelo plano relator, senador Wellington Fagundes (PL-MT). Estão previstas quatro audiências com o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello (a primeira em 18 de março), quatro com o ministro da Economia, Paulo Guedes (a primeira em 22 de março), e uma com o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo (em 29 de março).

Também vão participar de audiências a presidente do TCU (Tribunal de Contas da União), Ana Arraes; o ministro da CGU (Controladoria-Geral da União), Wagner Rosário; governadores; prefeitos; secretários de saúde; e representantes do empresariado.

O plano também prevê encontros com os presidentes do Instituto Butantan e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), além de representantes de farmacêuticas.

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Veículos se unem pela informação

Em resposta à decisão do governo Jair Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia de covid-19, os veículos de comunicação UOL, O Estado de S. Paulo, Folha de S.Paulo, O Globo, G1 e Extra formaram um consórcio para trabalhar de forma colaborativa para buscar as informações necessárias diretamente nas secretarias estaduais de Saúde das 27 unidades da Federação.

O governo federal, por meio do Ministério da Saúde, deveria ser a fonte natural desses números, mas atitudes de autoridades e do próprio presidente durante a pandemia colocam em dúvida a disponibilidade dos dados e sua precisão.

(Uol)



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