Bolsonaro sanciona lei que determina afastamento de grávidas do trabalho presencial



Empregada gestante deverá permanecer afastada das atividades presenciais, sem prejuízo de sua remuneração, ficando à disposição para exercer as funções em domicílio, por meio de teletrabalho, trabalho remoto ou outra forma de trabalho a distância

 

O presidente Jair Bolsonaro sancionou lei que determina o afastamento da empregada gestante das atividades de trabalho presencial durante a emergência de saúde pública em meio à pandemia do novo coronavírus. A medida foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira (13/05).

De acordo com o projeto, a empregada gestante deverá permanecer afastada das atividades presenciais, sem prejuízo de sua remuneração, ficando à disposição para exercer as atividades em seu domicílio, por meio de teletrabalho, trabalho remoto ou outra forma de trabalho a distância.

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O governo afirma que a sanção presidencial é uma importante medida à preservação da entidade familiar e representa uma medida saudável para proteção das gestantes e, ao mesmo tempo, para utilização de sua força de trabalho de forma segura.

Vacinação

Secretaria de Saúde do Distrito Federal retomou nesta quinta-feira a vacinação contra a covid-19 para grávidas e puérperas que possuem comorbidades. Para este grupo, serão destinadas vacinas da CoronaVac e da Pfizer/BioNTech e não será mais necessário o agendamento. A partir das 8h, as mulheres podem procurar por um dos 24 pontos de vacinação que estarão destinados a atendê-las.

Ministério da Saúde excluiu, na última terça-feira (11), a suspensão temporária da vacinação de grávidas sem comorbidades e a suspensão da aplicação da vacina de Oxford/AstraZeneca nas gestantes com doenças pré-existentes. Além disso, a imunização de grávidas e puérperas com comorbidades só deve ser feita com a vacina da Pfizer ou com a CoronaVac.

A orientação vem após a pasta ser notificada de um evento sugestivo de trombose, no qual uma paciente de 35 anos imunizada com a vacina de Oxford/AstraZeneca faleceu. É importante ressaltar que o caso ainda está em investigação e não é possível afirmar se há correlação entre a aplicação do imunizante e o episódio de trombose. 

(Correio Braziliense)



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