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Espectadores do Os Pingos nos Is, da Jovem Pan, acusaram o YouTube de boicotar o programa. Na noite da quarta-feira 14, durante a transmissão na plataforma, comentários no chat informaram que não haviam sido alertados para o início da live, como é comum a quem clica no “sininho” de notificação.
Além disso, os internautas notaram que a audiência registrou um número bem menor de espectadores que a média do programa. “Neste momento, o programa já deveria estar bem acima do atual número de gente assistindo”, publicou um usuário. “Não recebi a notificação sobre o início da live”, escreveu outro.
Durante o programa, o jornalista Augusto Nunes comentou o “sumiço” de visualizações. “O YouTube conseguiu, com as instruções que anda passando, tirar 50 mil visualizações”, disse. Ao comentar a tiragem em queda dos jornais e a baixa audiência de outras emissoras, observou: “Os programas de outras emissoras parecem uma extensão do programa eleitoral do PT. Jornalistas choram quando têm manifestações a favor de Bolsonaro. Perdem credibilidade por isso. O problema deles é que Os Pingos nos Is fala a verdade.”
No Twitter, a comentarista Ana Paula Henkel, também colunista da Revista Oeste, publicou um print de um post de um espectador que avisara não ter conseguido encontrar o link do programa no YouTube. Na mensagem de Ana Paula, vários internautas disseram estar passando pelo mesmo problema.
“Depois do ‘hit job’ e da choradeira do consórcio irrelevante de ontem sobre a enorme audiência da Jovem Pan no YouTube, hoje muitos espectadores do nosso programa não estão conseguindo acessar ou sequer encontrar o link dos Pingos na plataforma”, tuitou Ana Paula. “Mas deve ser apenas coincidência?”
Depois do "hit job" e da choradeira do consórcio irrelevante de ontem sobre a enorme audiência da Jovem Pan no YouTube, hoje muitos espectatores do nosso programa não estão conseguindo acessar ou sequer encontrar o link dos Pingos na plataforma. Mas deve ser apenas concidência. pic.twitter.com/fcOFEpzh1E
— Ana Paula Henkel (@AnaPaulaVolei) September 14, 2022
A colunista de Oeste referia-se a uma reportagem publicada na Folha de S.Paulo. Com base em um levantamento da Universidade Federal do Rio de Janeiro, o jornal informou que o YouTube estava privilegiando “vídeos bolsonaristas”. A pesquisa da instituição analisou vídeos da Jovem Pan. Depois de a notícia ter sido divulgada, Lula foi ao Tribunal Superior Eleitoral contra a emissora, que tem sido alvo de ataques de adversários do governo.
(revistaoeste)
