Dentro de campo ou diante dos quartéis, eles fizeram a parte deles… o problema está no ‘comando’



 

Milhares de brasileiros seguem, heroicamente, diante dos quartéis das FFAA, há 40 dias.

Estão de verde e amarelo, com bandeiras do Brasil e a camisa da seleção brasileira.

Simultaneamente, os craques do futebol, vestindo essa mesma camisa, lutavam dentro de campo na busca do hexacampeonato, na Copa do Mundo do Qatar.

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Nesta sexta-feira (9), veio a ‘derrota’ para a Croácia nas quartas de final da competição.

Na cobrança de pênaltis… a loteria que entrega o prêmio, muitas vezes, a quem não o merecia.

Os patriotas, acampados, não viram, assim como deixaram de lado toda a Copa, talvez a maior paixão nacional, para lutar por liberdade e por um país que volte às quatro linhas da Constituição.

Assim, eles seguem fazendo a parte deles.

Lá nas quatro linhas do gramado, os jogadores, liderados por Neymar, também fizeram a parte deles.

O camisa 10, massacrado por cronistas esportivos e políticos esquerdopatas, foi quem 'salvou' o Brasil ainda com a bola rolando, ao fazer um lindíssimo gol no primeiro tempo da prorrogação.

Mas o que se viu, no geral, foi um time confuso, desde o primeiro minuto… sem o pleno domínio do adversário e sem intensidade.

Resultado de uma escalação errada no meio campo, o ponto nevrálgico de qualquer equipe.

Tite, o técnico da seleção, que deveria comandar e fazer as trocas a tempo de corrigir o erro, preferiu se ‘esconder’… Quando substituiu, fez de forma tímida e tardiamente.

A lição que fica é que lá, assim como cá, é preciso comando, braço forte, poder de decisão e liderança.

No Qatar, agora já é tarde.

No Brasil, o povo 'continua no jogo', que, ao que tudo indica, seguirá também para a ‘loteria’... como já sabemos, há risco do 'prêmio' ficar para quem não o merece.

Mário Abrahão - jornalista e analista político

(jornaldacidadeonline)



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