São Paulo vai caminhar sozinho. Terá diplomacia própria para atrair investimentos, decide Tarcísio



 

Enquanto o Brasil vê grandes empresas fecharem filiais no país, o ex-Ministro da Infraestrutura de Jair Bolsonaro (PL), hoje governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), vai na direção contrária e passa a ter uma diplomacia própria para atrair investimentos e promover exportações para o Estado sem ter que depender do Ministério das Relações Exteriores e do ex-presidiário Lula (PT).

- Nosso entendimento é que São Paulo deve fazer mais que isso pelas suas dimensões. É o 3º PIB da América Latina, atrás somente do próprio Brasil e do México - explicou o secretário de Negócios Internacionais, Lucas Ferraz.

 

E parece que a estratégia tem dado tão certo que, no dia 15 de março, um grupo de investidores alemães vem a São Paulo para uma rodada de negociações entre o governo e a iniciativa privada.

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A ideia é focar em áreas que São Paulo tem vantagem competitiva, como a energia renovável, projetos de privatizações e Parcerias Públicos Privadas.

Para esse primeiro encontro, 20 gigantes do setor já estão confirmados: Siemens, Wilo, Deutsche Bank, BASF, Liebherr, Vulkan, Rheinmetall e Mahle Foundation, entre outros.

O evento é todo organizado, voluntariamente, pelo ex-Ministro da Economia de Bolsonaro, Paulo Guedes, que se colocou à disposição de outros Estados brasileiros que queiram levar investimentos às suas regiões.

- O Brasil tem um grande potencial para atrair investimentos. Nenhum país está tão capacitado para fazer a transição da economia cinza para a economia verde. Temos uma das matrizes energéticas mais limpas do mundo. Isso é motor da reindustrialização - destacou.

(jornaldacidade) 



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