Ex-presidiário enlouquece de vez, cria teoria absurda e acusa até ‘livros de economia’ (veja o vídeo)



 

Nenhuma matéria poderia ser mais propícia para o momento, do que a que o JCO publicou nesta segunda-feira, sob o título ‘O peixe morre pela boca... Deixem Lula falar!', de autoria do jornalista Eduardo Negrão, que demonstra que o ex-presidiário que ocupa o Palácio do Planalto comete atos de sincericídios em série, a cada vez que abre a boca.

Mas, o que foi dito pelo molusco, em evento oficial ao vivo, conseguiu superar limites do impossível.

“Se o Estado é capaz de aceitar conviver com dívida de um trilhão e setecentos bilhões de reais, que as pessoas devem à previdência, devem à receita, por que que não pode conviver com um pouco de subsidio para o povo se transformar menos pobre, virar cidadão de classe média, poder virar um consumidor de padrão médio e esse país voltar a crescer?”, questionou, criando uma nova modalidade de ascensão social, que não a movida pelo trabalho, a formação profissional e a evolução do salarial, mas, vejam só, a subsidiada pelo Estado, com o dinheiro do contribuinte."

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A fala de Lula é só mais uma de suas muitas tentativas de impor o Estado na vida do cidadão, determinando não só o ‘seu status social’, mas como vai viver, o que vai consumir, onde vai trabalhar e, pior, o que poderá pensar e dizer.

A afirmação absurda, entretanto, não parou por aí e o ‘Dilmo’ resolveu que agora sabe mais do que os economistas e até mesmo do que os livros utilizados para o aprendizado da matéria:

“Quem tem que mudar, na verdade, é a nossa cabeça, os livros de economia estão superados, é preciso criar uma nova mentalidade sobre a razão da gente governar”

O ex-sindicalista deve ter arrancado gargalhadas nas salas de aula das universidades, em cursos em que ‘economia’ faz parte da grade.

Mas deve estar deixando ainda mais preocupados os especialistas do mercado financeiro, investidores, empresários e pagadores de impostos, que sabem bem a importância de um país que atue dentro dos limites da responsabilidade fiscal.

Como levar a sério um sujeito acha que uma dívida de quase ‘dois trilhões não é nada’ e pensa em aumentá-la, distribuindo dinheiro para o povo, como se fosse do próprio bolso?

Já passou da hora de usarem a camisa de força!

Veja o vídeo:

(jornaldacidadeonline)



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