Segundo um relatório da ONU, facções criminosas vindas da Região Sudeste, avançam pela Bacia da Região Amazônica.
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“O tráfico ilícito de drogas está exacerbando e ampliando uma série de outras economias criminosas, incluindo ocupação ilegal de terras, extração ilegal de madeira, mineração ilegal, tráfico de animais silvestres e outros crimes que afetam o meio ambiente. Indígenas e outras minorias são desproporcionalmente afetados pelo elo criminoso, pois sofre deslocamento forçado, envenenamento por mercúrio e maior exposição à violência e vitimização”, relata o texto.

O jornal utiliza ainda como exemplo, o acampamento do Ouro Mil, em Roraima, responsável por expandir um novo modelo de garimpo, o narcogarimpo, que envolve não só a exploração de ouro e o tráfico de drogas pelas bacias da região amazônica, mas também, a exploração ilegal da cassiterita, outro mineral lucrativo, usado na indústria de tintas, plásticos e fungicidas.
A matéria vai de encontrou ao que disse o presidente do ICMBio, Mauro Pires, que denunciou a presença de organizações criminosas atuando nas florestas do Acre.
Mauro disse que a questão do desmatamento não é só o que preocupa na região. Além dos números preocupantes que se expandiram nos últimos anos, o problema está atrelado ao declínio dos recursos naturais e da biodiversidade.
(contilnetnoticias)
