Exclusivo: Ex-presidente Jair Bolsonaro, intervenção militar e o possível golpe
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A incriminatória declaração veio a público através da delação premiada do tenente-coronel Mauro Cid, um ex-auxiliar próximo do ex-presidente. Em um revelador desdobramento nas questões políticas brasileiras, apareceu uma informação que indica que o ex-presidente Jair Bolsonaro discutiu detalhes de um possível golpe militar para interromper a transferência de poder no país. Um ponto crítico que foi deixado para trás, relacionado a este assunto delicado, finalmente vem à tona.
Essa afirmação surpreendente desencadeou um misto de choque e preocupação entre os membros do alto escalão militar. Mauro Cid, ao contar sua história, não deixou pedra sobre pedra. Ele se apresentou como um dos participantes da reunião onde o possível golpe foi discutido.

O que acontece agora com a delação de Mauro Cid?
De acordo com Cid, Almir Garnier Santos, então comandante da Marinha, teria assegurado a Bolsonaro que sua frota estava pronta para apoiar um apelo do então presidente. No entanto, o comando do Exército na ocasião se caracterizou por não estar disposto a apoiar o planejado golpe militar.
A delação de Mauro Cid tem o potencial de abrir as portas para uma nova fase de investigações. A Polícia Federal começou a analisar o caso com discrição e cautela. Embora Cid tenha se prontificado a relatar os fatos, para que as pessoas citadas possam ser responsabilizadas, é necessário que haja provas que apoiem suas alegações.
Qual o impacto desse relatório nos militares?
Na esteira dessas revelações, tem crescido a preocupações entre as forças militares, considerando que o relato de Cid envolve membros em posição de alta patente e ministros agora em reserva, mas que foram generais de alta patente. Os efeitos do relato de Cid na reputação e credibilidade destes militares respeitados são preocupantes e deixam uma série de perguntas não respondidas a serem exploradas.
Fonte: Leia Isso
