Rios secos podem provocar falta de pirarucu e aruanã nas feiras no ano que vem



Segundo empresário, também poderá faltar aruanã, espécie de alto valor de exportação.

 

O empresário Jucimar Veloso, um dos maiores compradores de peixes do Amazonas, prevê que o estado poderá ter problema com a oferta de pirarucu.

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Feiras, mercados e supermercados poderão ficar sem o produto, segundo ele.

O problema, explicou, é que a despesca, a captura, da espécie, na reserva Mamirauá ainda não foi liberada e a temporada já se encerra no dia 15 de novembro.

É dos lagos de Mamirauá que sai a maior quantidade de pirarucu consumida em Manaus.

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Mamirauá é uma reserva de desenvolvimento suspeitável localizada a cerca de 600 km a oeste de Manaus, na região do curso médio do rio Solimões. Ela compreende uma área de 1.124.000 hectares, que passa pelos municípios de UariniFonte Boa e Maraã

Este ano, a expectativa do mercado era que a reserva produzisse em torno de 50 mil pirarucus.

Essa quantidade significaria 2,5 mil toneladas do pescado.

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Além do pirarucu, ele disse que também poderá faltar aruanã, espécie de alto valor de exportação. 

Isso porque, acrescentou, a despesca da espécie também não foi liberada na região.

Foto: BNC Amazonas



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