A Universidade Estadual Paulista (Unesp) instituiu uma comissão com o objetivo de averiguar supostas autodeclarações inválidas, usadas por alunos cotistas.
Após apuração, a instituição expulsou 27 alunos que se autodeclararam negros ou pardos e conquistaram suas vagas através do sistema de cotas e alegou que vê um caráter educativo no desligamento dos estudantes.
“A partir de um determinado momento, a Universidade identificou a necessidade de fazer uma averiguação em função da possibilidade de autodeclarações inválidas”, explicou o superintendente acadêmico da Vunesp, Ricardo Diniz.
A instituição alegou ainda ter garantido que os alunos tiveram a chance de recorrer internamente antes de a reitoria determinar o desligamento e acredita não ter cometido nenhuma injustiça.