PF dá novos detalhes sobre prisão de mulheres acusadas de atrair e torturar boliviana em Guajará-Mirim; veja vídeo



Redação, Porto Velho (RO), 22 de janeiro de 2026 — A Polícia Federal (PF) divulgou nesta quarta-feira (21) novos detalhes sobre a prisão de duas mulheres acusadas de envolvimento em crimes de tortura, sequestro e cárcere privado contra uma cidadã boliviana em Guajará-Mirim (RO). O caso, que ganhou repercussão por envolver uma vítima estrangeira, segue sendo investigado pelas autoridades federais.

Em entrevista e por meio de um vídeo divulgado pela PF, o delegado Francisco Ney explicou que a vítima foi atraída ao Brasil com a promessa de receber um presente destinado ao filho pequeno. Ao chegar ao porto oficial da cidade, ela foi levada pelas suspeitas para uma área isolada na zona rural, onde ficou sob domínio das acusadas e teria sido submetida a agressões físicas repetidas, incluindo uso de diversos objetos e corte de cabelo à força.

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As duas mulheres, identificadas em reportagens locais como médicas, foram presas preventivamente pela PF no último domingo (18) após investigação e buscas que mobilizaram agentes federais em Rondônia e na Bolívia, já que elas estavam foragidas no país vizinho antes de serem capturadas ao retornarem ao Brasil.

De acordo com as autoridades, a escolha da Justiça Federal para tratar do caso se deve à gravidade das acusações e ao envolvimento de uma cidadã estrangeira, fatores que demandam atuação da PF e do Ministério Público Federal. As investigações seguem em andamento para apurar todas as circunstâncias do crime, coletar provas adicionais e definir as responsabilidades legais das acusadas.

O caso despertou atenção nas redes sociais e na imprensa regional, levando à discussão sobre violência, sequestro e os mecanismos de proteção e socorro a vítimas de crimes graves. A vítima boliviana permanece sob acompanhamento das autoridades competentes, enquanto o processo legal avança em Porto Velho e na região fronteiriça com a Bolívia.

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Fonte: noticiastudoaqui.com

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