Ainda há risco de um novo rompimento, dessa vez da barragem 6, também em Brumadinho, Minas Gerais.
“Há um risco real de rompimento da barragem da represa, que chama-se B6. A água não tem freio agora. Quando romperam as barragens da mina do Córrego do Feijão, as próprias instalações da Vale serviram como freio, e o rejeito parou. Agora, não se sabe o alcance”, declarou à imprensa Flávio Godinho, da Defesa Civil de Minas Gerais.
24 mil pessoas estão sendo evacuadas da cidade. O governo do estado de Minas Gerais solicitou na Justiça a indisponibilidade de todas as ações de propriedade da empresa responsável, Vale, nas bolsas de valores de Nova York, São Paulo, Rio de Janeiro, Madrid e Euronexto Paris.
O bloqueio pode ter o limite de R$20 bilhões, valor que deverá ser usado para as despesas com a tragédia em Brumadinho.