Presidente do TCE-RO é eleito por aclamação para presidir Colégio Nacional de Presidentes dos TCs



O presidente do Tribunal de Contas de Rondônia (TCE-RO), conselheiro Edilson de Sousa Silva, foi eleito nesta terça-feira (26), na sede do Instituto Serzedello Corrêa (ISC), unidade do Tribunal de Contas da União (TCU), em Brasília, para presidir o Colégio de Presidentes dos Tribunais de Contas do Brasil, sucedendo ao conselheiro José de Ribamar Caldas Furtado (TCE-MA). 

Pelo segundo biênio consecutivo à frente da Corte de Contas rondoniense (2016/2017 e 2018/2019), o conselheiro Edilson de Sousa torna-se, desse modo, o primeiro membro de um TC do Norte do país a assumir o comando do Colégio Nacional, órgão criado em 2017 e que integra a estrutura da Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon). 

Foram eleitos ainda os conselheiros Joaquim Alves de Castro Neto (TCM-GO), para a vice-presidência, e Severiano Costandrade de Aguiar (TCE-TO), para a Secretaria do órgão. A reunião, que registrou grande quórum do colegiado, contou com as presenças do presidente da Atricon, conselheiro Fábio Nogueira (TCE-PB); e do ministro do TCU, Augusto Nardes, entre outras autoridades. 

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Realizada por aclamação, a eleição do conselheiro Edilson de Sousa Silva se dá em um momento de intensa mobilização nas Cortes de Contas brasileiras, as quais já estão colhendo os frutos do programa Qualidade e Agilidade dos Tribunais (QATC), em especial aqueles obtidos a partir do Marco de Medição de Desempenho (MMD-TC), ferramenta de avaliação desses órgãos. 

APRIMORAMENTO 

Recém-eleito, o conselheiro Edilson de Sousa agradeceu à confiança dos demais presidentes por ocasião de sua eleição e falou da honra de presidir o Colégio Nacional, citando, em especial, a missão do órgão: contribuir de forma proativa para o aprimoramento do Sistema Tribunais de Contas, favorecendo uma atuação cada vez mais efetiva dos órgãos de controle externo. 

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“O Colégio de Presidentes tem importância fundamental, não apenas por reunir os dirigentes dos Tribunais de Contas, mas, principalmente, por possibilitar a integração das Cortes de Contas, uniformizando ações, com vistas ao fortalecimento do controle externo e incentivo às políticas públicas em benefício da sociedade”, ressaltou. 

Ele antecipou ainda que seu mandato à frente do colegiado terá como prioridade planificar proposições a serem apresentadas e apoiadas perante a Atricon e o Instituto Rui Barbosa (IRB), em especial, as que tratam do aperfeiçoamento dos TCs em sua condição de instituições essenciais ao controle dos gastos públicos, bem como à manutenção do equilíbrio fiscal dos entes sob sua jurisdição.

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