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Vejamos, agora, o tamanho do comprometimento do Congresso Nacional com o povo brasileiro. Pois até aqui, ao que tudo indica, seu maior objetivo tem sido o de bloquear as medidas do Poder Executivo para não dá crédito ao presidente Jair Bolsonaro e à sua equipe de ministros. É só ver a quantidade de Medidas Provisórias em tramitação no parlamento, para destravar o país, e que não prosperam. Não votam. Deixam vencer.
Vemos sinais indicando desejos do Poder Legislativo em contribuir no combate à Pandemia do coronavírus, que nos pôs de quarentena, assim como fez com as grandes economias do mundo.
Foi assim, que o senador amapaense, Randolfe Rodrigues, Rede, entrou com Projeto de Lei para destinar os recursos do Fundo Partidário e do Fundo Especial de Financiamento de Campanhas, cerca de R$ 3 bilhões, para ser destinado e utilizado em ações voltadas ao enfrentamento de crises de saúde pública decorrentes do coronavírus. Se vai prosperar é outra história.
Nesse mesmo sentido se posicionou a senadora Simone Tebet, MDB, Presidente da Comissão de Constituição e Justiça do Senado. Mas ela só quer somente os R$ 2 bilhões do Fundo Eleitoral. Está preservando o R$ 1 bilhão do Fundo Partidário.
Já Rodrigo Maia, DEM, presidente da Câmara, prefere e propõe reduzir os salários e outras remunerações dos políticos e servidores dos três poderes, pelo período de 60 dias, numa escala acima de quem ganha até R$ 5 mil mensal. Curtíssimo tempo, portanto. Mas não fala em mexer nos fundos partidário e eleitoral.
E diz que a folha de pagamento da União, atinge um valor de R$ 200 bilhões e que uma economia de 15% a 20% por mês poderia ajudar. Mas ele poupa Prefeitos, vereadores e membros do Judiciário e do Ministério Público. Não quer criar antipatias nestas áreas.
O líder do Podemos na Câmara dos Deputados, Leo Moraes, foi mais modesto. Falou, nas redes sociais, em apresentar uma proposta de renúncia de 50% dos salários dos parlamentares.
Ele também preserva os fundos partidário e eleitoral. Talvez, por ser presidente de partido ou provável candidato a prefeito de Porto Velho, na próxima eleição.
Como sabemos, cabe aos presidentes das agremiações partidárias, a administração destes polpudos recursos financeiros dos fundos partidário e eleitoal. O que é um poder considerável, bancado pelo contribuinte/eleitor.
De ontem para cá, Rodrigo Maia vem anunciando um robusto programa do parlamento brasileiro para enfrentar a Pandemia e preservar a economia, o trabalho, a produção. Esperemos.
Fonte: noticiastudoaqui.com
