Câmara aprova projeto de Léo Moraes que contribui para redução de carga tributária



 

O projeto que mudas regras da tributação sobre combustíveis, na tentativa de reduzir seus preços, aprovado na quarta-feira (13) pela Câmara dos Deputados, teve uma importante contribuição do deputado federal rondoniense, Léo Moraes (Podemos). A aprovação do projeto teve grande repercussão em todos veículos de comunicação do país, em mais um esforço para que o Brasil continue progredindo.

A lei, que segue agora para o Senado, prevê a apuração do ICMS-substituição relativo ao diesel, etanol hidratado e à gasolina, a partir de valores fixos por unidade de medida. A proposta de Léo Moraes, acatada integralmente pelo relator, Dr Jaziel (PL-CE), define que os coeficientes de redução da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins, incidentes sobre os combustíveis, serão reajustados periodicamente em função das alterações das alíquotas de ICMS.

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“Aproveitamos a oportunidade em que o próprio Governo Federal promove discussão sobre a necessidade de redução da carga tributária incidente sobre os combustíveis, para viabilizar soluções. Nosso projeto busca estabelecer um marco regulatório que viabilize um esforço conjunto entre a União Federal e os Estados-membros, para redução da tributação sobre esses bens, cujo preço tem especial impacto sobre o custo de vida do brasileiro”, explicou o deputado.

Em síntese, a proposta de Léo Moraes prevê a redução automática dos principais tributos federais e estaduais sobre os combustíveis – a Contribuição para o PIS/PASEP, a COFINS e o ICMS, sempre que houver redução pelo Poder Executivo. Os coeficientes de redução de tais contribuições passarão a ser apurados a partir da redução média das alíquotas efetivas federais e estaduais incidente sobre os combustíveis.

O projeto de Lei do parlamentar rondoniense tem ainda o caráter conciliador, o qual “compatibiliza e incorpora a solução proposta pelo Poder Executivo, bem como sintoniza com as manifestações públicas do Presidente da República, que defende a necessidade de uma redução gradual e equitativa de tributos. Ademais, nosso projeto quer evitar que algum dos entes federados seja sobrecarregado pela perda de arrecadação”, justificou Léo Moraes.

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“De acordo com apuração mais recente realizada pela Agência Nacional do Petróleo (ANP), tributos federais e estaduais respondem por cerca de 40,7% do preço da gasolina. Portanto, independentemente das discussões sobre a política de preços praticada pela Petrobrás, não há como negar que a carga tributária é decisiva para o elevado custo dos combustíveis”, observou o relator ao acatar a proposta de Léo Moraes.

Fonte: Assessoria

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