Movimento quer eleger 200 deputados ‘ficha limpa’ para acabar o foro privilegiado, o fundão eleitoral e aprovar prisão em 2° instância



 

Em 2018, ano eleitoral que ficou conhecido como ‘fator Bolsonaro’ nas urnas, o índice de renovação na Câmara dos Deputados foi de 47,37%, segundo cálculo da Secretaria-Geral da Mesa (SGM).

Em números proporcionais, o último pleito nacional foi a maior renovação desde a eleição da Assembleia Constituinte, em 1986. Na ocasião, foram eleitos 243 deputados “novos” —de primeiro mandato—  e reeleitos 251 deputados, de um total de 444 candidatos à reeleição.

Continua após a publicidade.

Ou seja, 56,5% dos deputados que se candidataram à reeleição foram reeleitos. Também foram eleitos 19 ex-deputados de legislaturas anteriores (3,7%), com base nos dados fornecidos pela Câmara.

O então partido de Jair Bolsonaro, o PSL, que venceu com seu candidato à Presidência, também foi vitorioso em formar a bancada Legislativa mais votada de 2018, conquistando 47 parlamentares.. Em segundo lugar ficou o PRB (18 novos parlamentares), seguido por PSB (16), PT (15), PSD (14), PP e PDT (12 cada) e DEM (10). Os outros partidos elegeram menos de dez novos deputados.

Nomes com ficha limpa

Continua após a publicidade.

Com o advento das eleições de outubro, Projeto Brasil 200+ quer emplacar um novo recorde nas eleições de 2022. A entidade almeja eleger ao menos 200 deputados federais neste ano. Todos eles, segundo manifestação oficial, devem assumir compromisso com pautas de combate à corrupção.

As bandeiras levantadas pelo grupo incluem temas como o fim do foro privilegiado, a defesa da chamada ‘prisão em segunda instância’, além da redução ou extinção dos recursos destinados ao fundão eleitoral.

A cúpula do 200+ defende, inclusive, o afastamento do cargo de quem vier a se tornar réu por corrupção, além de renúncia em caso de condenação.

Continua após a publicidade.

(conexão politica)



Noticias da Semana

Veja +