O tapa em Emerson uniu Raupp, Maurão e Confúcio por aclamação



As tensões internas das alas do senador Valdir Raupp e do ex-governador Confúcio Moura subiram e explodiram como um vulcão por volta de meio dia quando Tomaz Correia, o presidente do Diretório Regional do MDB, suspendeu a convenção mais uma vez, para definir as candidaturas do partido ao Senado da República, ao governo do estado, à Câmara Federal e à Assembleia Legislativa .

A questão polêmica era a vedação do ex-governador Confúcio Moura como candidato ao Senado pelo senador Valdir Raupp e a maioria dos convencionais que o acompanham. Cada líder com os seus liderados estabeleceram o confronto que ameaça dividir o partido na maior crise política de sua história.

A sessão não andava. Questões de ordem eram invocadas a todo o momento. Os trabalhos já haviam sido suspensos várias vezes. E a cada retorno, o conflito de estabelecia. Até que, em nova suspensão imposta pelo por Tomaz, as pressões do antagonismo subiram ao extremo.

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- Está suspensa a sessão! Gritava Tomaz ao microfone.

- Não está suspensa a sessão! Gritava Emerson Castro, sem microfone, ao lado de Tomaz.

- Está suspensa a sessão!!! Repetiu Tomaz já encarando o Emerson.

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- Não está suspensa a sessão!!! Gritou novamente Emerson.

- Ermerson, dá licença um pouquinho! 

Emerson não deu, e continuou interrompendo Tomaz.

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A EXPLOSÃO

Mas antes que fechasse a boca, uma forte tapa de Tomaz estalou no lado esquerdo do rosto Emerson. Surpreso, tentou reação, mas os seguranças intervieram separando os contendores.

A surpresa se estendeu todos do lado de dentro e de fora da sede do MDB na Capital de Rondônia e um breve silêncio se fez no ambiente.

O vulcão explodiu! E a sessão finalmente, foi de fato, suspensa.

 

O ACORDO

 Ao retornarem, por volta da 13hs, o deputado federal Lúcio Mosquini, anunciou o acordo de pacificação: o MDB se uniu em torno das candidaturas do senador Valdir Raupp à reeleição, da candidatura de Confúcio Moura também ao Senado e do presidente da Assembleia, deputado Maurão de Carvalho, ao governo do estado.

 

A DESCULPA

Tomaz retomou os trabalhos pedindo desculpas a Emerson reconhecendo que se excedeu, mas afirmando que são amigos e que essas coisas acontecem no calor dos embates políticos da democracia. E estendeu o pedido de desculpas ao pai do ofendido.

Emerson ouviu e acolheu as desculpas com apertos de mão. E Tomaz, civilizadamente, passou a explicar o acordo de união do partido em torno dos seus candidatos a senador, governador, deputados federais e deputados estaduais.

 

A ORDEM

A partir desse momento, em função do acordo, Tomaz esclareceu que não haveria mais votação de chapas. E que a chapa única acordada seria eleita por aclamação, como de fato foi.

A ordem agora é a união de todos os convencionais, filiados e simpatizantes. O partido retoma sua caminhada com candidaturas puro sangue. E o partidário que tiver comportamento adverso, será chamado à atenção pelo partido.

Ficou em aberto a vaga de candidato a vice-governador e os acordos de coligações com outros partidos.

 

Veja vídeos e fotos de vários momentos.

 

 

 

Fonte: noticiastudoaqui.com



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