O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), se manifestou através de sua conta oficial no Twitter sobre o comunicado feito pelo ministério da Saúde de Cuba, anunciando a retirada do país do programa Mais Médicos.
De acordo com o anúncio, as condições impostas pelo presidente brasileiro seriam “inaceitáveis” perante o regime cubano. Dentre a exigências, os profissionais deveriam ter seus diplomas validados também no Brasil, além do recebimento integral dos salários sem o intermédio do governo de Miguel Díaz-Canel.
“Não é aceitável que se questione a dignidade, o profissionalismo e o altruísmo dos nossos colaboradores cubanos”, afirma. “Diante desta lamentável realidade, o Ministério da Saúde Pública (Minsap) de Cuba tomou a decisão de não continuar participando do programa ‘Mais Médicos’ e assim o comunicou à diretora da OPS (Organização Pan-Americana da Saúde) e aos líderes políticos brasileiros que fundaram e defenderam esta iniciativa.”, informa a nota.