Em uma nota nesta segunda-feira (19), a equipe de Bolsonaro anunciou quem será o futuro presidente da Petrobras. O economista Roberto Castello Branco -ex-diretor do Banco Central e da Vale- foi indicado pelo economista e futuro Ministro da Economia Paulo Guedes. Segundo a nota, Castello Branco já aceitou o convite.
O futuro presidente da Petrobras é economista, com pós-doutorado pela Universidade de Chicago, e já ocupou importantes cargos de direção no Banco Central e na mineradora Vale. Já participou do Conselho de administração da Petrobras e desenvolveu projetos de pesquisa na área de petróleo e gás.
Atualmente, Castello Branco é diretor no Centro de Estudos em Crescimento e Desenvolvimento Econômico da Fundação Getúlio Vargas.
Durante a campanha, Roberto Castello Branco era parte do time de especialistas que participava de discussões com Paulo Guedes durante a campanha.
Leia a íntegra da nota: “O futuro Ministro da Economia, Paulo Guedes, recomendou ao presidente eleito, Jair Bolsonaro, a indicação para a presidência da Petrobrás de Roberto Castello Branco, que aceitou o convite. Economista, com pós-doutorado pela Universidade de Chicago e extensa experiência no setores público e privado, Castello Branco já ocupou cargos de direção no Banco Central e na mineradora Vale, fez parte do Conselho de Administração da Petrobrás e desenvolveu projetos de pesquisa na área de petróleo e gás. Atualmente é diretor no Centro de Estudos em Crescimento e Desenvolvimento Econômico da Fundação Getúlio Vargas. O atual presidente da Petrobrás, Ivan Monteiro, permanece no comando da estatal até a nomeação do novo presidente.“
Em 2016, para a revista Reuters, o futuro presidente da Petrobras já defendia que a intervenção estatal na empresa gerava ineficiência e para a corrupção. Afirmou que uma possível solução seria a privatização. Porém, por acreditar que a população não está pronta para tal discussão, Roberto afirmou que a petroleira deveria adotar uma política de transparência na administração e rejeitar o modelo de regime de partilha na exploração do pré-sal.