Ernesto Fraga Araújo, futuro ministro das Relações Exteriores do governo de Jair Bolsonaro, PSL, postou em sua conta oficial no Twitter que a nova política externa irá negociar “bons acordos comerciais” e “atrair investimentos e tecnologias.” Avisou que não há com o que se preocupar pois o Brasil “terá os pés no chão”.
De forma firme, disse ainda que o país “não ficará de quatro diante das ditaduras” e que não manterá “a cabeça enfiada na terra para não ver o grande embate mundial entre o globalismo e a liberdade.”
— Ernesto Araújo (@ernestofaraujo) 19 de novembro de 2018
O tweet foi em resposta as críticas de Celso Amorin, ex-chanceller do governo Lula, que afirmou no último final de semana que as ideias de Araújo representariam uma “volta à Idade Média”. “Não entendi se é crítica ou elogio, mas informo que não retornaremos à Idade Média, pois temos muito a fazer por aqui, a começar por um exame minucioso da “política externa ativa e altiva” em busca de possíveis falcatruas”, rebateu o futuro ministro.