“Política externa não ficará de quatro diante das ditaduras”, diz futuro ministro das Relações Exteriores



Ernesto Fraga Araújo, futuro ministro das Relações Exteriores do governo de Jair Bolsonaro, PSL, postou em sua conta oficial no Twitter que a nova política externa irá negociar “bons acordos comerciais” e “atrair investimentos e tecnologias.” Avisou que não há com o que se preocupar pois o Brasil “terá os pés no chão”.

De forma firme, disse ainda que o país “não ficará de quatro diante das ditaduras” e que não manterá “a cabeça enfiada na terra para não ver o grande embate mundial entre o globalismo e a liberdade.”

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tweet foi em resposta as críticas de Celso Amorin, ex-chanceller do governo Lula, que afirmou no último final de semana que as ideias de Araújo representariam uma “volta à Idade Média”. “Não entendi se é crítica ou elogio, mas informo que não retornaremos à Idade Média, pois temos muito a fazer por aqui, a começar por um exame minucioso da “política externa ativa e altiva” em busca de possíveis falcatruas”, rebateu o futuro ministro.

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