Médicos cubanos planejam processar braço da ONU em 75 milhões de dólares



Em artigo publicado nesta quinta-feira, 29, o colunista Andres Oppenheimer, do Miami Herald, informou que parte dos profissionais cubanos que atuavam através do programa Mais Médicos no Brasil pretendem  mover uma ação judicial contra a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS/OMS), ligada a ONU, em Washington.

Segundo Oppenheimer, a ação alegará que a OPAS não só supervisionou o programa Mais Médicos no Brasil, mas recebeu US$ 75 milhões por intermédio do regime cubano, enquanto os médicos recebiam somente 10% do valor integral repassado pelo governo federal brasileiro.

Sam Dubbin, um advogado americano que representa pelo menos quatro dos profissionais que atuavam no Brasil, alega que a OPAS lucrou com um esquema ilegal que expôs diversos médicos a condições de trabalho que violam as leis de trabalho forçado no Brasil e nos Estados Unidos.

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“Eles querem expor uma instituição internacional que opera aqui nos Estados Unidos e que está envolvida no tráfico de pessoas”, disse Dubbin.

Ramona Matos Rodríguez, uma das médicas cubanas representadas pelo escritório de Dubbin, completou dizendo: “Estamos simplesmente pedindo a compensação total que todos nós merecemos.”

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