Imprensa reclama de tratamento dado a jornalistas durante posse



A grande imprensa está reclamando muito do tratamento dado a seus profissionais durante a cerimônia de posse do presidente eleito Jair Bolsonaro.

Logo no começo da tarde, a colunista Mônica Bergamo, da Folha de São Paulo, relatava em um artigo chamado “Um dia de cão” o “sufoco” vivido por jornalistas, a começar pelo credenciamento, quando repórteres eram informados de que não teriam acesso livre a algumas áreas do Palácio do Plananalto, algo “inédito desde a redemocratização”, segundo Mônica.

A coluna segue narrando mas algumas regras estabelecidas pelo governo: jornalistas deveriam chegar às 7h da manhã para cobrir o evento, portanto 8 horas antes no início do evento, e teriam de tomar cuidado com movimentos bruscos usando os equipamentos de fotografia e filmagem pois poderiam ser abatidos por algum sniper.

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Diz Mônica que uma profissional da Folha quis ir embora com medo de morrer, mas foi convencida do contrário.

Jornalistas também foram orientados a levar a própria comida em embalagens transparente. Há relato de que um não pôde ir com uma maçã pois poderia ser arremeçada contra a cabeça de Bolsonaro.

Além disso, outro reclamou que todas as cadeiras e poltronas foram retiradas da área de imprensa.

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No Twitter, apoiadores do Bolsonaro que estiveram presentes na posse falaram que a imprensa mentiu e que havia tratamento digno dado a todos.

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