
O deputado federal Coronel Chrisóstomo (PL) reagiu com veemência depois que o ex-presidente Jair Bolsonaro, atualmente custodiado na Superintendência da Polícia Federal (PF) em Brasília, sofreu uma queda dentro da cela na madrugada desta terça-feira, 6 de janeiro de 2026. Em vídeos e publicações nas redes sociais, o parlamentar classificou o episódio como “tortura” e exigiu atenção médica adequada ao ex-chefe do Executivo.
Segundo relatos de Chrisóstomo, a queda teria provocado um traumatismo craniano e evidenciado, na visão do deputado, condições inadequadas de custódia e cuidados na unidade prisional. A publicação incluiu críticas à assistência médica inicial oferecida e uma declaração de que Bolsonaro “deveria ir para casa” em vez de continuar na cela.
Autoridades da PF divulgaram notas oficiais confirmando o episódio: o ex-presidente relatou a queda e recebeu atendimento médico ainda na unidade, onde foi constatado traumatismo craniano leve, sem indicação imediata para hospitalização. A corporação também esclareceu que qualquer eventual traslado para um hospital — como o DF Star, em Brasília — dependeria de autorização do Supremo Tribunal Federal (STF).
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro também se manifestou nas redes sociais, afirmando que o marido “não está bem” após bater a cabeça em um móvel dentro da cela e que buscava a realização de exames médicos para avaliar seu estado de saúde.
A declaração de Chrisóstomo insere-se em um contexto político mais amplo, no qual aliados de Bolsonaro intensificaram pedidos para que ele receba atendimento hospitalar e, em alguns casos, solicitem ao STF sua transferência para prisão domiciliar por motivos de saúde.
O episódio gerou repercussão em diferentes setores, refletindo tensões políticas e debates sobre os direitos e o tratamento de presos, especialmente quando se trata de figuras públicas de grande relevância nacional. A situação continua sendo monitorada pelas autoridades competentes e acompanhada de perto pela opinião pública.
Fonte: noticiastudoaqui.com--