Ministério da Justiça rebate Jean Wyllys



O Ministério da Justiça e Segurança Pública, chefiado por Sergio Moro hoje, rebateu as acusações do ex-deputado Jean Wyllys de que foi omisso quanto às ameaças do psolista. A instituição soltou uma nota na tarde deste sábado, 26, em que rebate as entrevistas feitas por Wyllys à Folha, ao O GLOBO e em uma carta ao PSOL.

“Ao longo de 2017 e 2018, foram instaurados diversos inquéritos pela Policia Federal para apurar ofensas e ameaças contra o deputado federal Jean Wyllys. As investigações estão em andamento, mas já foi possível identificar um dos autores, Marcelo Valle Silveira Mello, preso em 2018, membro do grupo autointitulado ‘Homens Sanctos’, e que se servia da identidade de Emerson Setim para fazer ameaças ao deputado.

O Ministério da Justiça e Segurança Pública repudia a conduta dos que se servem do anonimato da internet para covardemente ameaçar qualquer pessoa e em especial por preconceitos odiosos.

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Lamenta-se a decisão do deputado de deixar o país, mas não corresponde à realidade a afirmação de que há omissão das autoridades constituídas.”

Jean Wyllys anunciou na última quinta-feira que estava abrindo mão de seu terceiro mandato como deputado federal e moraria fora do Brasil porque estava com medo de ameaças que vinha sofrendo. O deputado também citou as recentes informações de que familiares de um ex-pm suspeito de chefiar uma milícia foram contratados no gabinete do então deputado estadual Flávio Bolsonaro. Flávio hoje é Senador da República e, seu pai, Jair Bolsonaro, Presidente.

Para o lugar de Jean Wyllys, assumirá o também psolista David Miranda, companheiro do jornalista Glenn Greenwald.

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