Os lideres da Alemanha, França e Espanha anunciaram, neste sábado (26), que vão reconhecer Juan Guaidó, presidente da Assembleia Nacional venezuelana, como presidente legítimo da Venezuela caso não seja convocada novas eleições no país no prazo de oito dias.
“A Espanha tem uma responsabilidade com a América Latina. Muitos laços nos unem. Eu transfiro o compromisso sincero do meu governo com o povo e o futuro da Venezuela. E a confiança de que será com o retorno da democracia como a Venezuela encontrará o caminho para sair desta grave crise”, declarou o chefe de governo da Espanha, Pedro Sánchez, em sua conta no Twitter.
España tiene una responsabilidad con América Latina. Muchos lazos nos unen. Traslado el sincero compromiso de mi Gobierno con el pueblo y el futuro de Venezuela. Y la confianza en que será con el retorno de la democracia como Venezuela encontrará la salida a esta grave crisis. pic.twitter.com/iMiG7KXCBG
— Pedro Sánchez (@sanchezcastejon) 26 de janeiro de 2019
O Presidente da França, Emmanuel Macron, também se manifestou por meio de sua conta no Twitter. “O povo venezuelano deve poder decidir livremente seu futuro. Sem eleições anunciadas em 8 dias, poderíamos reconhecer Juan Guaidó como “Presidente encarregado” da Venezuela para implementar este processo político. Trabalhamos em conjunto com nossos aliados europeus”, disse o presidente francês.
El pueblo venezolano debe poder decidir libremente su futuro. Sin elecciones anunciadas en 8 días, podriamos reconocer a @jguaido como « Presidente encargado » de Venezuela para implementar dicho proceso político. Trabajamos conjuntamente con nuestros aliados europeos. https://t.co/9RkwF0IamF
— Emmanuel Macron (@EmmanuelMacron) 26 de janeiro de 2019
A vice-porta-voz do governo da Alemanha, Martina Fietz, também fez uma publicação defendendo eleições livres e transparentes na Venezuela. “O povo venezuelano deve ser livre para decidir o próprio futuro”, disse a vice-porta-voz em sua conta no Twitter.
Juan Guaidó é apoiado por pela maioria dos países latino-americanos, incluindo o Brasil, além dos Estados Unidos e Canadá. Já o ditador Maduro conta com apoio de China, Rússia, Irã, além de México, Cuba, Nicarágua e Bolívia.