Redação, Porto Velho RO, 26 de agosto de 2026 - Um servidor da Câmara Municipal de Cacoal foi absolvido pela Justiça após responder a uma acusação de estupro de vulnerável envolvendo duas crianças. O homem chegou a ser preso preventivamente durante a investigação e permaneceu cerca de seis meses à disposição da Justiça, mas acabou absolvido por insuficiência de provas para sustentar uma condenação. O próprio Ministério Público se manifestou favoravelmente à absolvição.
Segundo as informações divulgadas sobre o caso, a investigação teve início após denúncias envolvendo duas crianças, entre elas um bebê de aproximadamente seis meses e uma menina de dois anos. O servidor foi alvo de medidas judiciais durante o andamento do inquérito, incluindo a prisão preventiva.
Ao analisar o processo, porém, a Justiça concluiu que o conjunto probatório apresentado não era suficiente para comprovar a responsabilidade criminal do acusado além da dúvida necessária para uma condenação. Diante disso, foi proferida a decisão absolutória.
A manifestação do Ministério Público pela absolvição também pesou no desfecho do processo. A decisão representa o encerramento, nesta etapa judicial, da acusação contra o servidor, que havia sido submetido à prisão durante a investigação.
O caso reforça a importância da análise criteriosa das provas em processos criminais, especialmente em acusações de extrema gravidade. A absolvição não significa que a Justiça tenha considerado inexistente a investigação ou as denúncias que deram origem ao processo, mas que não foram reunidos elementos probatórios suficientes para justificar uma condenação criminal.
O servidor, portanto, foi absolvido das acusações que enfrentava, após permanecer aproximadamente seis meses sob custódia judicial. O caso tramitou na Justiça de Cacoal e ganhou repercussão local pela gravidade das denúncias e pelo envolvimento de um funcionário do Poder Legislativo municipal.
Fonte: noticiastudoaqui.com