
Senador relaciona experiência nos municípios, articulação em Brasília e definição de prioridades à forma como pretende administrar o Estado
O senador e candidato ao Governo de Rondônia pela coligação Juntos por Rondônia (PL, Podemos, NOVO, DC e Mobiliza), Marcos Rogério, define sua proposta de governo a partir de uma lógica que diz ter aplicado ao longo da atuação parlamentar. “É preciso saber o que fazer e como fazer”, afirma. Para ele, administrar o Estado passa por organizar as contas, escolher prioridades, viabilizar grandes obras e fazer o dinheiro público chegar aos municípios, bairros e distritos.
A experiência nos 52 municípios também sustenta essa forma de trabalhar. Marcos Rogério já destinou mais de R$ 1,5 bilhão em recursos para Rondônia e acompanhou situações em que investimentos enfrentaram dificuldades de execução por falta de projetos, engenheiros, equipes técnicas ou problemas na condução dos convênios. A avaliação do senador é que conseguir o recurso representa apenas uma parte do trabalho. Para a população receber a obra ou o serviço, o projeto precisa estar preparado e a execução precisa funcionar.
Essa experiência aparece entre as propostas do Plano de Governo. Marcos Rogério pretende criar um Escritório de Projetos para oferecer apoio técnico às prefeituras, principalmente às que possuem menor capacidade de elaborar projetos de engenharia. A estrutura poderá preparar projetos para escolas, unidades de saúde, pavimentação, pontes e outras necessidades municipais sem custo para as prefeituras. A proposta busca evitar que recursos disponíveis deixem de ser utilizados por dificuldades técnicas ou administrativas.
Marcos Rogério também defende combinar recursos do orçamento estadual com investimentos federais e articulação da bancada de Rondônia para financiar obras de maior porte. Para o senador, conhecer as necessidades do Estado permite definir onde agir, enquanto a experiência parlamentar ajuda a identificar os caminhos para financiar as soluções. “Brasília tem recurso, eu conheço o caminho”, afirmou Marcos Rogério.