Vazante aperta e transforma rio Solimões em bancos de areia



Os portos flutuantes de grandes cidades da região agora estão no barro

 

O cenário do alto ao médio rio Solimões é caótico, e assusta. Bancos de areia vão tomando o lugar de um manancial de água barrenta de forma avassaladora. Os portos flutuantes de grandes cidades da região agora estão no barro.

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Situação talvez mais preocupante, contudo, se verifica para os moradores e os peixes dos maiores lagos formados pelas águas do Solimões, como, por exemplo, o Mamirauá e o Amanã.

São lagos que desenvolvem programas de manejo coordenados pelo Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá, como pirarucu e jacaré.

Imagens feitas por moradores falam por si só para expor o nível de calamidade a que estão submetidas as comunidades dependentes do Solimões e seus afluentes.

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As áreas portuárias de municípios como Tefé, Coari, Alvarães, Tabatinga, Benjamin Constant, tomadas pelas praias de areia, barro e lama, retratam bem as dificuldades para o transporte de cargas e passageiros.

No caso de Tefé, por exemplo, os passageiros de barcos estão sendo deixados a quilômetros da cidade porque hoje só canoa consegue entrar no porto da cidade. O píer flutuante está em terra, mesma situação vivida em Tabatinga, Alvarães e outros.

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Fotos: Ruth Martins/cedidas gentilmente ao BNC Amazonas



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