O sistema de monitoramento operado por uma empresa prestadora de serviços é falho, precário e favorece o crime, como provam os vídeos
Porto Velho, Rondônia - Vídeos e mensagens que circulam em grupo de whatsapp de policiais e agentes penitenciários de Rondônia mostram como é fácil burlar o sistema de monitoramento de tornozeleira eletrônica de presidiários beneficiados judicialmente por esta medida.
Os vídeos demonstram que o monitoramento é falho e que favorece a atuação criminosa dos “monitorados”, que rompem facilmente o lacre das tornozeleiras, deixam o equipamento carregando e saem para cometer assaltos, roubos e até homicídios.
O sistema de monitoramento operado por uma empresa prestadora de serviços é falho, precário e favorece o crime, como provam os vídeos.
A situação mais grave envolve apenados que moram em áreas não cobertas pelo monitoramento, como a zona rural.
Fonte: Tudorondonia