URGENTE: Corpo de menino de 11 anos é encontrado enrolado em lençol e mãe confessa crime



Ele foi localizado às 17h30. Segundo a Chefe de Polícia Civil, a mãe confessou ter dado medicamento para o filho de 11 anos.

 

 

A Polícia Civil encontrou o corpo de R. M. W., de 11 anos, que estava desaparecido desde o dia 15 em Planalto, na Região Norte do estado. Ele foi localizado por volta das 17h30 e, segundo a Chefe de Polícia Civil, Nadine Anflor, a mãe do menino, A. D., confessou o crime.

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De acordo com a delegada, ela teria dado um medicamento para o filho, considerado por ela um menino nervoso.

"A primeira versão é de um homicídio culposo. Mas agora vai ser apurado. Ela está sendo ouvida. Vamos representar agora", diz Nadine, que informou que pediu a prisão preventiva da mulher à Justiça.

A informação também foi confirmada pelo delegado Joerberth Nunes, diretor do Departamento de Polícia do Interior (DPI), e pelo Conselho Tutelar de Planalto.

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Conforme a polícia, o corpo estava enrolado em um lençol em uma antiga casa da família próximo à casa dele.

O Instituto Geral de Perícias (IGP) de Passo Fundo fez testes com luminol, que revela a presença de sangue, na sexta-feira (22), na residência onde o menino residia com a mãe, na casa da avó dele e também no carro do padrasto.

Conforme a perícia, foram encontrados vestígios do que parece ser sangue, que foram colhidos e enviados para análise em Porto Alegre, para confirmar se se trata de sangue humano. O IGP aguarda os resultados.

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O menino desapareceu dia 15 de maio, quando foi dormir, na manhã seguinte, não estava mais em casa. Conforme a polícia, nenhuma linha de investigação foi abandonada e o caso foi tratado como prioridade.

A casa onde o menino mora com a mãe e um irmão de 16 anos não possuía sinais de arrombamento no dia do desaparecimento. Inicialmente, a mãe disse que havia levado uma coberta para o menino antes de dormir, e pensou que ele havia saído pela manhã.

A polícia ouviu ainda o depoimento de familiares, vizinhos e outras pessoas para compreender a dinâmica familiar e a personalidade do menino. Câmeras de monitoramento da cidade foram analisadas. O celular do menino foi levado à perícia para verificar possíveis dados apagados.

Fonte: G1 RS 



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