Super quadrilhas invadem cidades, matam e roubam, espalham o terror e desaparecem. Confira!



O recente assalto a banco em Criciúma não é o primeiro nem será o último; ataques de grande porte revelam evolução do novo cangaço

O recente megarroubo não é o primeiro nem será o último. Faz parte de um gênero criminal criado há vários anos e tem alguns contornos daquilo que se convencionou chamar de Novo Cangaço. Nessa modalidade, surgida há uns 15 anos no Norte e no Nordeste, quando um grande grupo de criminosos invadia uma pequena cidade, com um ou mais bancos movimentados, aprisionava os poucos policiais, efetuava o assalto e fugia antes da chegada de reforços.

Como sempre acontece, o modus operandi dos criminosos evoluiu. Em 2016, começaram os ataques a transportadoras de valores no interior paulista. E a forma de agir se sofisticou. Sempre com efetivo de mais de 30 integrantes, a atividade dos ladrões foi se especializando. Alguns, os melhores atiradores, cuidam da polícia. Outro grupo é destacado para invadir o local do armazenamento do dinheiro e transportar os valores. Um terceiro segmento, talvez o mais especializado, cuida dos explosivos necessários. E dois ou três ficam no comando da operação. Na maior parte das vezes eles têm mais de uma tática para impedir a polícia de agir. Normalmente cercam o local com carros roubados e/ou jogam estrepes para furar o pneu dos veículos que se aproximarem. Segundo o noticiário desta vez teriam inovado, pondo pessoas sentadas no meio da rua .

 



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